1 de jan. de 2008
31 de dez. de 2007
30 de dez. de 2007
29 de dez. de 2007
Parati
Os comentários fúnebres do último minuto da transmissão de futsal deram para me rir à gargalhada, até porque deu para ver que temos um Parati a apitar futsal... Com mais cabelo mas Parati à mesma!
28 de dez. de 2007
27 de dez. de 2007
http://videos.sapo.pt/1jmNjMaCoZgIG8KbvVcf
O sr. Herlander tá em grande forma. A perspectiva de voltar a ter por companhia r.a.p. e restante crew tá a ter um efeito exponencial.
O ano que aí vem promete!
O ano que aí vem promete!
26 de dez. de 2007
Desabafos #2
Penso que os reguladores e burocratas de hoje não contavam que todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, tivessemos sobrevivido até aos dias de hoje: as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos; não tínhamos frascos de medicamentos com tampas à prova de crianças; não havia trancas nos armários e podíamos brincar com as panelas de alumínio e etc. e tal; quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes; viajávamos em carros sem cintos e airbags, e viajar á frente era um honra reservada a quem o condutor delegava a tarefa de meter conversa com quem parasse ao nosso lado no semáforo seguinte, para trocar impressões várias em linguagem gestual inovadora; bebíamos água da mangueira do jardim (privado ou público, que a rapaziada nunca dizia que não a um bom líquido impregnado de um qualquer químico/outro produto natural orgânico ainda desconhecido na região) e não da garrafa e sabia pela vida; batatas fritas era o prato do dia, pão com manteiga salgadita idem e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre em alta rotação. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que nos esquecemos de montar uns travões... Depois de acabarmos num silvado aprendíamos. Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos, e se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores e até partíamos ossos mas sempre sem processos em Tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos e para a escola... Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas (não, não foi ideia do B. nem tava lá nenhum diplomata) e até hóquei (com patins) se jogava na sala de jantar.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei. Esta geração, chamada à época POR AQUELES QUE AGORA (SE) GOVERNAM GERAÇÃO RASCA, produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo. És um deles?
Parabéns!
Não és?
Não há problema, daqui a uns anos podes postar isto directamente numa moldura sítuada em casa, a milhares de anos luz, de algum familiar/amigo de longa data que bazou do planeta...
TÁS BONITO, ESTÁS!
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos e para a escola... Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas (não, não foi ideia do B. nem tava lá nenhum diplomata) e até hóquei (com patins) se jogava na sala de jantar.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei. Esta geração, chamada à época POR AQUELES QUE AGORA (SE) GOVERNAM GERAÇÃO RASCA, produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo. És um deles?
Parabéns!
Não és?
Não há problema, daqui a uns anos podes postar isto directamente numa moldura sítuada em casa, a milhares de anos luz, de algum familiar/amigo de longa data que bazou do planeta...
TÁS BONITO, ESTÁS!
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